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O Monte Sinai seria na Arábia?

    Em Gálatas 4.25, o apóstolo Paulo identifica como sendo o Monte Sinai na Arábia. Ele escreve: "Porque estas são as duas alianças: a do monte Sinai, que dá à luz filhos para a servidão, que é Hagar - para esta Hagar é o monte Sinai na Arábia e corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus filhos" (Gálatas 4.24-25).
   As perguntas a serem feitas a respeito desta passagem são:
   "Onde estava a Arábia Saudita no primeiro século dC, e que área cobria, quando o apóstolo Paulo escreveu o livro de Gálatas?"
   "Qual foi a compreensão geográfica do termo Saudita do Apóstolo Paulo?"

Aqueduto de Salomão

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  1. Salomão construiu um sistema de aquedutos de água complexo de Hebron, através de Belém a Jerusalém em cerca de 950 aC. 
  2. Evidentemente, este sistema de água foi incorporada como um projeto maior do próprio Templo. Salomão sabia que a fonte de Giom, na cidade de David não ter o suficiente "cabeça" (pressão da água ou elevador) para abastecer o templo acima. Água seria uma grande necessidade de lavar o sangue e manter a área de putrefação. A grande oferta de água seria necessário. Piscinas de Salomão são cerca de 12 km a sudeste de Jerusalém.
  3. O canal de água que abastecia o templo em Jerusalém começou na área das montanhas de Hebron, passou por Piscinas de Salomão em Etam, perto de Belém, e corria para Jerusalém. Aqui está uma foto dos três piscinas Salomão construiu como tanques para a água que foi coletada a partir da Hebron montanhas a montante:
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  4. Para obter a água de piscinas do Salomão de Jerusalém um aqueduto especial teve que ser construída. Aqui estão duas fotos desse aqueduto. Um deles é, na verdade, olhando dentro de uma parte do aqueduto que ainda está enterrado onde Salomão construiu. A segunda foto é de duas seções esculpidas rock de aqueduto de Salomão no Museu Rockefeller hoje. As seções individuais foram enterrados então selado para que fossem à prova de água. Dessa forma, eles poderiam realmente criar um sifão que atravessam nos vales e volta novamente.

As sinagogas


No tempo de Jesus, havia pelo me­nos uma sinagoga em quase toda ci­dade e aldeia (Lc 4.14-30). Os judeus começaram a prestar culto nas sina­gogas durante o Exílio, quando não tinham nenhum acesso ao Templo. As sinagogas desenvolveram a sua própria forma de culto, paralela à do Templo.
Havia culto na sinagoga todos os sábados e nos dias festivos dos ju­deus. A sinagoga era aberta também para oração três vezes por dia.
Na sala principal da sinagoga fi­cavam um candelabro de sete braços, ou Menorá, e uma lâmpada da eterni­dade. Durante a adoração havia ora­ções, leitura da Escritura e louvores.

O cotidiano Bíblico


Residências no tempo bíblico
As casas do povo comum eram sim­ples e geralmente feitas de barro, ou sarrafo e gesso. Embora as casas às vezes consistissem de um ou dois cômodos, nas aldeias as casas peque­nas eram frequentemente constru­ídas com quatro cômodos em volta de um pátio central, onde os animais podiam se abrigar. Nas cidades, as casas eram construídas próximas umas das outras, mas às vezes tinham dois andares. As casas tinham telhados re­tos, frequentemente a apenas 6 pés (1,8 m) do chão. No telhado, cons­truído de galharia quebrada, terra e argila, a família podia descansar, dor­mir e trabalhar.

O surgimento da escrita


Nos tempos bíblicos, as pessoas não es­creviam em papel, mas sobre tabletes de argila, pedaços de vaso, tábuas en­ceradas e até pedaços de madeira. As pessoas também começaram a escre­ver em pergaminho, feito de pele de carneiro, e em papiro, um tipo de papel feito de cana de papiro, planta que cresce nas proximidades do rio Nilo.
Ferramentas diferentes eram usa­das para escrever sobre superfícies di­ferentes. Para escrever em cera ou ma­deira, as pessoas usavam um estilete pontiagudo; para escreverem papiro ou pergaminho, elas utilizavam um pincel de cana ou caneta de pluma.
Nos tempos do Antigo Testamen­to, as páginas escritas eram frequentemente ligadas pelas bordas e enro­ladas, para fazer um rolo. Já na época do Novo Testamento, as pessoas co­meçaram a juntar as páginas costurando-as nas bordas para fazer livros dobráveis como os nossos.

Língua
O Antigo Testamento foi original­mente escrito em hebraico. O alfabe­to hebraico tem 22 consoantes, mas nenhuma vogal. Os caracteres desse alfabeto são diferentes dos do nos­so, e o hebraico é lido da direita para a esquerda ao invés de da esquerda para a direita.
Algumas partes da Bíblia foram escritas em aramaico, que era intima­mente ligado ao hebraico. No tem­po de Jesus, a maioria das pessoas comuns na Palestina falava o aramaico.
O Novo Testamento foi primei­ro escrito no grego do povo comum, que é chamado de koiné. O alfabeto grego tem 24 letras, que são diferen­tes das letras do nosso alfabeto.